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Solaris: oceano da mente

“Mais do que tratar sobre ficção científica, o livro de Lem trata também do inconsciente humano. Solaris, aparentemente, consegue extrair de cada tripulante os pensamentos mais recônditos. (…)”

Nós e a Laranja

É inegável o caráter político dessas duas obras literárias: “nós” do russo Ievguêni Zamiátin e “Laranja Mecânica” do inglês Anthony Burgess. Essas obras nos apresentam abstrações importantíssimas no que diz respeito à estados totalitários e indivíduos manipulados.

Alien (Alan Dean Foster)

“Os tripulantes ficam em um estado de hibernação durante a viagem. Mas durante a rota comum um alarme amarelo é ativado por “Mãe” (nome que a nave computadorizada possui) e os membros da equipe são acordados para resolver o problema. (…)”

Eu sou a Lenda (Richard Matheson)

Uma impiedosa praga assola o mundo, transformando cada homem, mulher e criança do planeta em algo digno dos pesadelos mais sombrios. Nesse cenário pós-apocalíptico, tomado por criaturas da noite sedentas de sangue, Robert Neville pode ser o último homem na Terra.

O Planeta dos Macacos (Pierre Boulle)

Muitos já devem ter ouvido esse título, ter lido o livro em outra oportunidade (ou ainda querendo ler) ou então chegaram aqui porque o título remete ao filme feito com base na obra (refiro-me ao primeiro de todos, já que depois vieram vários remakes e reboots). Mas eu lhes pergunto: quais os aspectos trazidos pelo autor deste livro? Você, que assistiu o filme, já leu o livro? Ou então o contrário… você, que já viu o filme, leu o livro?